Versão em português: Métodos de pesquisa da cultura do plurilinguismo regional + cronograma

Colóquio Científico internacional

Métodos de pesquisa da cultura do plurilinguismo regional

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Cronograma provisório do colóquio (em verde: atualizado)

 

quinta-feira, 20/09/2018

sexta-feira, 21/09/2018

sábado, 22/09/2018

8h55

boas-vindas, introdução (Eggert)

09h00

Organização, (Eggert)

9.00 h

Resumo (Eggert)

09h05

Cultura, plurilinguismo e variação linguística no sul do Brasil, (Battisti, Porto Alegre)

 

09h05

Niederdeutsch zwischen Sprachverlust und Sprachvermittlung (Baixo-alemão entre perda da língua e sua transmissão), (Elmentaler/Langhanke, Kiel)

9.15 h:

trabalho de workshop II:

3 grupos: A, B, C

09h30

La situación lingüística en el sur de Brasil: el atlas ALMA-H (A situação linguística no sul do Brasil: o ALMA-H), (Thun, Kiel)

09h30

On symbolic and instrumental language politics in North Frisia

(A política linguística simbólica e instrumental na Frísia do Norte), (Hoekstra/Walker, Kiel)

9.45 h

 “

09h55

New speakers in minority language settings: which questions and what methodologies? (Neofalantes em contexto de língua minoritária: o que perguntar com que metodologia?) (Hornsby, Poznan)

09h55

Pride and prejudice: navigating between minority policy, divergent attitudes and actual Danish language use in South Schleswig (Orgulho e preconceitos: “navegando” entre política de minorias, atitudes divergentes e uso atual do dinamarquês no Schleswig do sur), (Höder/Goll, Kiel)

10.15 h

 “

10h20

discussão

10h20

discussão

10h30

discussão

11h00

- intervalo para café/chá  -

11h00

- intervalo para café/chá  -

11h00

- intervalo para café/chá

11h30

Le paysage sociolinguistique de la Bretagne au début du XXIe siècle : des pratiques et des représentations

11h30

Spracheinstellungen auf den vier-sprachigen ABC-Inseln (Atitudes linguísticas nas ilhas ABC quadrilíngues), (Eckkrammer, Mannheim)

11h30

apresentação dos resultados da sociolinguística

11h55

(A paisagem sociolinguística da Bretanha no começo do século XXI: práticas e representações), (Blanchard e Calvez, Brest)

11h55

Acción política, identidad y cultura lingüística: el caso del translenguaje en EEUU (Ação política, identidade e cultura linguística: o caso da translinguagem nos EUA), (Del Valle, Nova York)

12h00

resultados da política linguística

12h20

discussão

12h20

discussão

12h30

resultados da cultura linguística

13h00

ALMOÇO

13h00

ALMOÇO

13h00

ALMOÇO

14h30

40 años de revitalización del euskera: logros y retos. ¿Qué hemos aprendido? (40 anos de revitalização do basco: avanços e desafios. O que aprendemos?) (Ortega, Bilbao)

 

14h30

De la cultura lingüística a la política lingüística. Reflexiones desde el Finis terrae (Da cultura linguística à política linguística. Reflexões desde o Finis terrae), (Monteagudo, Santiago de Compostela)

14h30

discussão e aprofundamento,

 

resumo dos resultados

14h55

40 años de revitalización del euskera: métodos para el estudio del caso vasco (Métodos para o estudo do caso basco),  (Manterola, Vitoria)

14h55

La aplicación de la tercera ola de la sociolingüística para el estudio del plurilingüismo regional: el caso valenciano (A aplicação da terceira vaga da sociolinguística para o estudo do plurilinguismo regional: o caso do valenciano), (Amorós Negre, Salamanca)

15h00

conversa com representantes ministeriais para a política linguística

15h20

discussão

15h20

 discussão

 

16h00

- intervalo para café/chá  -

16h00

- intervalo para café/chá  -

16h00

- intervalo para café/chá

16h30

Die Rolle der (Neuen) Medien für die Sprachkultur von Regional-sprachen (O papel da (nova) mídia na cultura linguística de línguas regionais a partir de casos selecionados), (Gugenberger, Viena)

 16h30

Métodos de Pesquisa em Políticas Linguísticas (Morello, Florianópolis)

16h30 

com representantes dum município para a política linguística ...

16h55

Governmentality in action? A case for taking an interactional perspective in the study of language ideologies and multilingual competences in job interviews in Norway (Agindo a mentalidade governamental? Um caso para uma perspectiva interativa estudando as ideologias linguísticas e as competências multilíngues em entrevistas de trabalho em Noruega), (Pajaro, Oslo)

17h00

trabalho de workshop I:

3 grupos: A, B, C

em SH

 

17h20 discussão

 

 

17h35

Pommersch, Standarddeutsch und Portugiesisch im brasilianischen Bundesstaat Espírito Santo (O pomerano, o alemão padrão e o português no estado federal de Espírito Santo), (Born, Gießen)

 

 

18h00

Leur ‚français du Québec‘ est surtout un prétexte pour garder des emplois pour eux“: L’aménagement du français québécois et l’économie dans les discussions métalinguistiques en ligne (“Seu ‘francês do Québec’ não é mais do que um pretexto para eles ficarem com os postos”: a economia nas discussões metalinguísticas on-line sobre a instituição do francês do Québec), (Becker, Hanôver)

18h00

Conclusão provisória

18h00

final, despedida

18h20

discussão

18h30

 

 

Informações gerais

Visita a uma aula de baixo-alemão antes do colóquio

Na quarta-feira (19 de setembro a partir das 09h) realizaremos uma visita a uma aula de baixo-alemão em uma escola da zona (quem tiver interesse em participar pode comunicá-lo a Benjamin Peter (benjamin.peter@romanistik.uni-kiel.de).

No sábado acontecerá uma discussão com representantes políticos e acadêmicos de nossa região sobre o plurilinguismo regional (previsivelmente em alemão).

 

 

Lugar do colóquio

 

 


O coloquio acontecerá na Gästehaus da Universidade de Kiel (hospedaria internacional para acad1emicos do exterior), também chamada IBZ (Internationales Begegnungszentrum, centro de encontros internacionais) (direção: Kiellinie 5, 24105 Kiel).

Do hotel Astor (endereço: Holstenplatz 1-2, 24103 Kiel) ao centro internacional IBZ (o lugar do colóquio) se pode ir caminhando em menos de 20 minutos:

Weg von Hotel Astor zu IBZ

 

Também é possível ir de ônibus até o prédio do colóquio; em frente do hotel fica a parada "Andreas-Gayk-Straße", de onde vocês podem pegar a linha 41 (direção "Rungholtplatz") ou a linha 42 (direção "Tannenberg") para baixar na parada "Kunsthalle". Demora mais ou menos 5 minutos. Se pode consultar o horário seguindo este link:

 

Fahrplan Linie 41/42

 

Tem mais informação sobre a Gästehaus (casa de huéspedes) seguindo o link:

 

https://www.international.uni-kiel.de/de/gaestehaeuser/ibz

 

Se vê o caminho da estação central ao IBZ no mapa abaixo:

 

 

Alojamento

Chegando à estação central de Kiel se pode ir a pé em menos de 10 minutos ao hotel Astor (Holstenplatz):

 

 

Acesso a internet

Forneceremos códigos de acesso a internet para os participantes do colóquio, além de eduroam para colegas das universidades europeias, na sala da conferência.

 

Comida e jantares

Durante a conferência ofereceremos café e outras bebidas, assim como biscoitos e frutas.

Pode-se ir à cantina do parlamento regional para almoçar, a partir da 1h. Fica bem perto à 10 minutos caminhando e oferece um menu a um preço económico (~5 €), mas também estará disponível uma lista de restaurantes onde almoçar.  Na noite da quinta-feira estará organizado um jantar para todos os / as participantes que o desejem. Além disso, para a noite da sexta-feira, se organizarão três grupos mais reduzidos com menos diversidade linguística.

 

Descrição geral do colóquio

I Objetivo do colóquio

De 20 a 23 de setembro de 2018 ocorrerá o Colóquio Internacional sobre a metodologia de pesquisa da cultura do plurilinguismo regional na CAU de Kiel, com o objetivo de discutir métodos apropriados para pesquisar e avaliar atividades culturais relativas à língua regional e às condições gerais da política linguística no contexto regional. Uma parte será dedicada a um workshop no qual se elaborará um catálogo de métodos adequados para o projeto de pesquisa voltado ao estudo contrastivo das culturas do plurilinguismo regional.

O plurilinguismo regional é caraterístico de muitas regiões do mundo românico, p.ex. na Bretanha (com as línguas autóctones do bretão e do gallo ao lado do francês), no País Basco (com o basco ao lado do espanhol e do francês como línguas de cobertura históricas), mas também no sul do Brasil (com várias variedades europeias como línguas de imigração históricas ao lado do português). Também Schleswig-Holstein é uma região eminentemente plurilíngue com uma política linguística ativa para promover o baixo-alemão, o frisão e o dinamarquês – situações analisadas por vários membros do centro de pesquisa interdisciplinar de Kiel „Arealidade e socialidade na língua“.

Objetivos do colóquio (e do projeto de pesquisa subsequente) são as atividades culturais para conservar e fomentar o plurilinguismo nas regiões com mais de uma língua arraigada historicamente. Nas últimas décadas aumentou visivelmente a importância dessas línguas regionais para as pessoas nessas localidades, um desenvolvimento observado mundialmente (s. Anderwald/Hoekstra 2017) que resultou na promoção pública cada vez mais ambiciosa das línguas regionais. Por conseguinte, no colóquio, se discutirá – junto a descrições específicas das situações socioculturais nas regiões – a metodologia que facilite avaliar e comparar o estado atual e a evolução da cultura do plurilinguismo regional.

A cultura linguística se entende como quadro geral do projeto de pesquisa. Essa categoria da antropologia cultural quer compreender todos os aspectos da configuração do entorno linguístico dos falantes, acima de tudo a atitude dos falantes e suas atividades. Assim se logra uma abordagem contrastiva da cultura linguística que ainda não tem sido sistematicamente analisada, porque as descrições da cultura regional sempre se realizam especificamente relacionadas à região em questão. Tal olhar dificulta adotar uma perspectiva abrangente e contrastiva, a qual só parece possível num patamar abstrato. A cultura linguística tal como a propôs Lebsanft (1997), abrindo assim um novo campo da pesquisa linguística românica, se refere inteiramente à língua-padrão nacional, que é fortemente codificada e normatizada, e à sua avaliação por parte de falantes e instituições - semelhante ao que diz Klare (2009), que introduziu uma perspectiva contrastiva, mas permaneceu enfocado na evolução das línguas nacionais.

Mais contrastivos no âmbito dos estudos do plurilinguismo/multilinguismo são os trabalhos sobre os fenômenos de contato linguístico (p.ex. Bakker/Matras 2013; Muysken 2013), sobre o bilinguismo (Bhatia/Ritchie 2014), sobre a aquisição de linguagem (Bickes/Pauli 2009) ou sobre as bases teóricas do multilinguismo (Stavans/Hoffmann 2015), mas todos esses não se  referem diretamente à relação de línguas regionais com as línguas nacionais. Existem numerosas descrições específicas das situações regionais, e até apresentações mais latas sobre culturas linguísticas consistem majoritariamente em retratos de regiões selecionadas (p.ex. Schiffman 1996 numa perspectiva histórico-contrastiva). A relação entre a língua regional e a nacional é tratada no manual sobre a Carta europeia de línguas regionais ou minoritárias (CERM: Lebsanft/Wingender 2012), porém predomina a visão política e não a mirada às atividades culturais dos falantes de línguas regionais. No nível mais abstrato, Tacke (2015) analisou concepções de territórios linguísticos no âmbito do planejamento linguístico, quer dizer, a relação entre a língua e o espaço, com o qual também evidenciou categorias para o estudo da cultura linguística (p.ex. as construções discursivas de territórios linguísticos). Uma primeira visão de conjunto é dada em Janich/Greule (2002).

Resumindo, tem-se que constatar que o projeto de pesquisa pretende ampliar o enfoque de análise da cultura linguística na direção esboçada e também centrar o objeto às regiões plurilíngues. Um objetivo futuro consiste em estabelecer uma teoria geral da cultura regional com base nos resultados dos diferentes estudos.

 

 

 

O colóquio planejado para setembro serve para preparar a solicitação do projeto de pesquisa mais amplo (p.ex. da parte da DFG) que se destina à analise da cultura linguística e das condições gerais da política linguística nas zonas plurilíngues. O workshop, em primeiro lugar, se propõe a discutir os métodos de pesquisa no âmbito indicado, ajustá-los e sintetizá-los, mas também objetiva que os colegas linguistas entrem em contato e estabeleçam redes de  trabalho.

O propósito é lograr uma boa cooperação para levar a cabo projetos parciais no âmbito da cultura linguística. Já existe um intercâmbio com muitos participantes, particularmente por convites a palestras nos últimos anos acerca de aspectos desse campo cultural (Altenhofen, Bagno, Del Valle, Hornsby, Lebsanft, Monteagudo, Ramallo, Manterola), por contatos em viagens de estudo (Gilvan Müller, Morello, Blanchard) ou por contato com colegas nas universidades ou em conferências (Eckkrammer, Patzelt, Sinner, Völker).

Projeta-se um colóquio de três dias com uma oficina. Nesse workshop se discutirão, impulsionados por palestras de incentivo sobre os três âmbitos temáticos que serão conferidas por expertos na matéria, métodos diferentes em dois blocos temporais de hora e meia de duração; esses métodos serão revisados considerando uma aplicação concreta para estudos da cultura num dos âmbitos possíveis e serão elaborados adaptando-as às necessidades de pesquisa.

 

O trabalho no workshop trata dos âmbitos seguintes:

  1. O estudo sociolinguístico do uso das línguas nas regiões
  2. A classificação jurídica (o estatuto legal das variedades, sua cooficialização)
  3. As atividades culturais e de cultivo das línguas: no âmbito público institucional ou privado.

 

Põem-se as questões seguintes acerca da cultura regional das línguas:

  1. Qual é o valor social que os falantes atribuem às línguas? Quanto contribuem os empregos da língua à identidade regional?
  2. Qual é a presença das línguas regionais no âmbito público, p.ex. na mídia?
  3. Quais são as medidas para promover as línguas regionais ou fomentar a prática do plurilinguismo regional?
  4. Qual é o apoio por parte da política e da administração pública?
  5. Qual é o espaço reservado ao ensino da língua regional no sistema educativo público ou em instituições privadas?
  6. Qual é a relação entre medidas de planejamento linguístico oficial e esforços privados para manter/ampliar o uso das línguas?
  7. Quais são os resultados e sucessos quanto à competência linguística e ao uso das línguas? Quais são as conexões com uma cultura linguística ampliada?

 

Se discutirá como diferentes métodos podem servir para a análise dessas questões da cultura linguística e para sua comparação.

 

Como ponto de partida, pode-se discutir quais dos métodos seguintes facilitam um estudo sistemático da cultura linguística:

  1. a análise da atitude linguística (attitude)
  2. a análise de discursos/narrativas sobre a língua (abordagem etnológica)
  3. as tradições discursivas, p.ex. de textos em línguas regionais
  4. as observações do uso real da língua (entrevistas,...)
  5. a avaliação da presença da língua no espaço público (linguistic landscape)
  6. a determinação de processos do enregisterment (formação de registros emblemáticos)
  7. a classificação do estatuto jurídico e político das línguas e de suas medidas
  8. a documentação das atividades culturais por parte dos falantes.

 

O colóquio vai decorrer na hospedaria internacional para acadêmicos do exterior („Internationales Gästehaus“) da universidade CAU de Kiel. Como opção se organizará a visita duma escola ou outra instituição da cultura linguística na região de Schleswig-Holstein.

 

 

 

Bibliografia seletiva sobre o plurilinguismo

Anderwald, Lieselotte/Hoekstra, Jarich (Ed.) (2017): Enregisterment. Zur sozialen Bedeutung sprachlicher Variation, Frankfurt a. M.: Lang.

Appel, René/Muysken, Pieter (2005): Language, contact and bilingualism, Amsterdam: Amsterdam Univ. Press.

Bakker, Peter/Matras, Yaron (Ed.)(2013): Contact Languages: a Comprehensive Guide, Berlin: De Gruyter.

Beacco, Jean-Claude (2016): École et politiques linguistiques. Pour une gestion de la diversité linguistique, Paris: Didier.

Bhatia, Tej K./Ritchie, William C. (Ed.)(22014): The Handbook of Bilingualism and

Multilingualism, Malden, Mass.: Wiley Blackwell.

Bickes, Hans/Pauli, Ute (2009): Erst- und Zweitspracherwerb, Paderborn: Fink.

Blackwood, Robert/Tufi, Stefania (2015): The linguistic landscape oft he Mediterranean: French and Italian coastal cities, Houndsmill, Basingstoke: Palgrave Macmillan.

Broudic, Fañch (2017): „Bretagne“, in: Reutner, Ursula (Ed.): Manuel des francophonies, Berlin/Boston: de Gruyter, 149-149-168.

Conseil de l’Europe (2010): Guide pour le développement et la mise en œuvre de curriculums pour une éducation plurilingue et interculturelle, Strasbourg: Conseil de l’Europe.

Halaoui, Nazam (2011): Politique linguistique. Faits et théorie, Paris: Écriture.

Holden, Nigel/Michailova, Sejina/Tietze, Susanne (Ed.)(2015): The Routledge Companion to cross-cultural management, London u.a.: Routledge, Taylor & Francis Group.

Janich, Nina/Greule, Albrecht (Ed.)(2002): Sprachkulturen in Europa: ein internationales Handbuch, Tübingen: Narr

Klare, Johannes (2009): „cultura linguística und Sprach(en)politik in der Romania (Frankreich, Spanien, Italien)“, in: Blanke, Detlev/Scharnhorst, Jürgen (Ed.): Sprachpolitik und cultura linguística, 2. Aufl., Frankfurt a.M.: Lang, 47-120.

Krumm, Hans-Jürgen/Reich, Hans (Ed.)(2013): Sprachbildung und Mehrsprachigkeit: Ein Curriculum zur Wahrnehmung und Bewältigung sprachlicher Vielfalt im Unterricht, Münster: Waxmann.

Lane-Mercier, Gillian/Merkle, Denise/Koustas, Jane (2016): Plurilinguisme et pluriculturalisme: des modèles officiels dans le monde, Montréal: Presses de l'Université de Montréal.

Lebsanft, Franz (1997): Spanische cultura linguística. Studien zur Bewertung und Pflege des öffentlichen Sprachgebrauchs im heutigen Spanien, Tübingen: Niemeyer.

Lebsanft, Franz/Wingender, Monika (Ed.)(2012): Europäische Charta der Regional- oder Minderheitensprachen. Ein Handbuch zur Sprachpolitik des Europarats, Berlin: De Gruyter.

Leitzke-Ungerer, Eva/Pagni, Andrea (Ed.) (2002): Europäische Regionalkulturen im Vergleich, Frankfurt a.M.: Lang.

Marten, Heiko F. (2016): Sprach(en)politik. Eine Einführung, Tübingen: Narr Francke Attempto.

Muysken, Pieter (2013): „Language contact outcomes as the result of bilingual optimization strategies“, in: Bilingualism. Language and Cognition 16(4), 709-730.

Ortega, Ane et al. (Ed.)(2017): Los nuevos hablantes de euskera: experiencias, actitudes e identidades, Bilbao: Univ. Deusto.

Schiffman, Harold (1996): Linguistic Culture and Language Policy, London/New York: Routledge.

Spolsky, Bernard (2009): Language management, Cambridge: CUP. Sṭavans, Anat/Hoffmann, Charlotte (2015): Multilingualism, Cambridge: CUP.

Tacke, Felix (2015): Sprache und Raum in der Romania. Fallstudien zu Belgien, Frankreich, der Schweiz und Spanien, Berlin: De Gruyter.

Witt, Jörg (2010): Wohin steuern die Sprachen Europas? Probleme der EU-Sprachpolitik, Tübingen: Stauffenburg.

Zimmermann, Klaus (Ed.)(2014): Prácticas y políticas lingüísticas.Nuevas variedades, normas y perspectivas, Madrid/Frankfurt a.M.: Iberoamericana/Vervuert. [Nuevos hispanismos 18]